Crítica: Star Wars EP 7: O Despertar Da Força.

 Novo filme da franquia trás espírito do filme de 77, mas acaba se apegando demais a formula original.

 

10 Anos após o lançamento de a Vingança dos Sith nos cinemas, os fãs de Star Wars estavam ansiosos para uma continuação, mesmo que não houvesse envolvimento com Han, Luke e Leia, que sempre foi o sonho de todos os fãs da saga, afinal de contas, sempre quisermos saber o que acontecerá com esses personagens. Eis que em 31 de Outubro de 2012, chega o anuncio bombástico, Disney, a gigante do entretenimento, havia comprado os direitos da franquia por 4 Bilhões de Dólares. Por um lado, os fãs ficaram extasiados, já que a companhia é famosa por não deixar suas franquias paradas, enquanto por outro, alguns fãs choraram e bateram pé dizendo que a saga seria infantilizada. Em 2015 surge Star Wars: O Despertar da Força e só poderíamos agradecer de duas maneiras!

 OBRIGADA DISNEY!

OBRIGADA J.J ABRAMS!

 

George Lucas, após vender os diretos de Star Wars para a gigante do entretenimento, Disney!

 

O filme abre com um Shoot, que emula a grandeza da primeira cena original de 1977, em seguida, apresenta um plot, na qual já vimos em 77, e depois, personagens que tem a mesma jornada que Luke Skywalker, que também já vimos no clássico de 1977. Esse é o sentimento de assistir a Star Wars: O Despertar Da Força, temos a impressão de já ter visto várias daquelas idéias e conceitos, porém mostrados de outro angulo, isso não tira o mérito do filme, mas também não acrescenta nada novo na franquia. O forte aqui, são os novos personagens, desde Finn interpretado por John Boyega, um ex soldado trooper que decide não seguir um caminho genocida, e com a companhia de Poe Dameron (Oscar Isaac) foge para descobrir um novo mundo. Rey interpretada por Daisy Ridley interpreta uma jovem sonhadora, que se deslumbra com o vasto mundo visto em sua frente, Rey é a ponte perfeita entre o espectador e o herói deslumbrado.

 

O vilão Kylo Ren, é polemico, fãs da franquia o amam, enquanto fãs os mais fervorosos o odeiam, Kylo é um aspirante a Darth Vader, porém sem a carisma, a diferença entre Kylo e Vader, é sua demonstração de Poder, enquanto Vader assusta por não demostrar sentimentos, Kylo explode entre os seus, o vilão muitas das vezes flerta com uma criança com raiva, mas quando entendemos sua jornada, vemos que Kylo é mais complexo do que imaginávamos e isso é pode ser bem explorado se os diretores tiverem paciência e vontade.

 

Todos os atores aqui trazem a nostalgia necessária, desde Han Solo, interpretado por Harrison Ford, a Leia, que trás o último papel da falecida Carrie Fisher. O filme nos faz ansiar pelo encontro do trio clássico, mas esse encontro não acontece, e é um desperdício de ideia, já que 2 personagens estão mortos!

 O Despertar da Força é o filme perfeito para geração, com muitos personagens e ideias sub aproveitadas, o diretor J.J Abrams conseguiu abranger três pontos, trazer o publico clássico, o público Prequel, e o novo público que não conhecia esse universo, o filme pode não ser perfeito, mas conseguiu manter seu papel e empolgar todos para um sequência que promete abalar o cinema.

 

Nota: 8.0

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